É um tratamento que tem aplicação na esterilidade feminina por impossibilidade de gestação, devido a:
- ausência de útero: mulheres submetidas à retirada do órgão (histerectomia)
- defeitos congénitos como malformações uterinas ou alterações que impeçam a gravidez
- doenças maternas com alto risco de morte durante a gestação, como doenças cardíacas, pulmonares ou renais graves
- inúmeras falhas de implantação prévias: quando há transferência de embriões, mas não ocorre gestação.
Em alguns casos, a mulher pode ter óvulos capazes de gerar um bebé mas a gravidez não é aconselhável.
Neste tratamento, o casal gera o embrião através de técnicas de fertilização in vitro (FIV) e este é transferido para o útero de outra mulher, que "carrega" o bebé. Após o nascimento, o bebé é devolvido aos pais.
O tratamento é semelhante à FIV tradicional: utilizamos medicações para estimulação dos ovários da mãe, realizamos a captação dos óvulos no momento ideal e a fertilização destes pelos espermatozóides do parceiro.
No entanto, os embriões formados são transferidos no útero de substituição (da mulher doadora), que é previamente preparado com hormonas. Tanto o casal como a mulher que irá doar o útero, devem passar por uma consulta especializada.
Neste método, as pessoas tem que ter um vínculo prévio (parentes ou amigos), para se evitar problemas futuros.
Fontes: - http://www.minhavida.com.br/familia/materias/14849-como-funciona-a-barriga-de-aluguel
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Maternidade_de_substitui%C3%A7%C3%A3o
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